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2009.07.01 - Ref. 2009070101 Vietname: Parlamento retira pena de morte a 8 tipos de crime
| | | O Parlamento do Vietname retirou 8 tipos de crime da lista de crimes sujeitos a pena capital. O tráfico de drogas mantém-se punível com a morte.
A vida será poupada aos culpados de: violação, fraude, tráfico de pessoas e bens, produção e tráfico de moeda falsificada, utilização de drogas, suborno, pirataria e destruição de armas militares.
A alteração será feita em 1 de Janeiro de 2010, mas aqueles que já estiverem no corredor da morte, condenados por algum dos crimes em questão, verão a pena comutada em pena de prisão perpétua.
O governo vietnamita também propôs uma alteração gradual no método de execução, passando de fuzilamento para injecção letal, de modo a "causar menos dor ao condenado e minimizar os efeitos psicológicos nos executadores" (embora se saiba que a dor física e psicológica está presente de forma incalculável em todas as formas de execução).
| |   | | voltar ao topo | 2009.06.30 - Ref. 2009063002 Cazaquistão: Continente asiático a caminho da abolição
|  | | Fonte: Kazakhstan Today
Os deputados do Parlamento Majilis do Cazaquistão aprovaram as alterações, introduzidas pelo Senado, às leis sobre a pena capital.
Conforme o regulamento, o documento fica considerado aceite pelo Parlamento, passando ao Chefe de Estado, que o deverá assinar.
De acordo com o deputado Nikolay Turetsky, as alterações fazem com que a pena capital apenas possa ser aplicada (de forma não mandatória) a crimes de terrorismo praticados em tempo de guerra.
| Mais informação: Ásia Central: a abolição total está próxima (2007.05.01)   | | voltar ao topo | 2009.06.30 - Ref. 2009063001 Togo: Pena de morte abolida
|  | | Na imagem: Presidente Faure Gnassingbe
O Togo tornou-se o 94º país do mundo a abolir a pena capital para todos os crimes e o 15º membro da União Africana a fazê-lo.
A abolição da pena capital foi aprovada por unanimidade, na terça-feira, pelos 81 parlamentares do país.
Antes de entrar em vigor, a nova lei tem de ser promulgada pelo presidente Faure Gnassingbe, que já mostrou a sua apoio à abolição.
O Togo não fez nenhuma execução desde 1978 (há 31 anos). Apesar disso, neste momento, há pelo menos seis condenados no corredor da morte.
| Mais informação: Togo: Provável abolição da pena de morte em breve   | | voltar ao topo | 2009.06.10 - Ref. 2009061001 Sudão: Rebeldes do Darfur condenados à morte
|  | | Um tribunal sudanês condenou à morte mais de 20 rebeldes do Darfur devido a um ataque lançado em Maio de 2008 nas proximidades de Cartum. São já mais de 100 os combatentes do Movimento Justiça e Igualdade mandados enforcar por causa dessa operação.
O juiz considerou os réus culpados de terrorismo, assassínio e destruição de propriedade pública. Tribunais especiais estabelecidos na sequência deste ataque têm vindo a julgar todos os rebeldes durante as últimas semanas, condenando normalmente cerca de uma dezena de cada vez.
No ano passado, a Organização das Nações Unidas (ONU) manifestou-se preocupada com os julgamentos em tribunais sudaneses especialmente criados para este caso. A ONU incitou o Sudão a abolir a pena capital.
| |   | | voltar ao topo | 2009.05.13 - Ref. 2009051301 EUA: Declarado inocente após 22 anos no corredor da morte
|  | | Um homem que passou os últimos 22 anos no corredor da morte foi agora absolvido.
Paul House foi libertado três anos depois do Tribunal ter reconhecido algumas incongruências no processo que o levou à pena de morte em 1986. A seu favor, os novos testes de ADN, que comprovaram que o sémen, as unhas e os cigarros, encontrados no local do crime, não lhe pertenciam.
O juiz retirou todas as acusações contra House, que ia ser executado já no próximo mês de Junho.
O ex-condenado, que era acusado pela violação e morte de uma mulher, em 1985, sofre de esclerose múltipla e movimenta-se com a ajuda de uma cadeira de rodas.
A organização Innocence Project esteve por trás da defesa de Paul House.
| Mais informação: Innocence Project   | | voltar ao topo | 2009.05.09 - Ref. 2009050901 Europa: apenas um país com pena de morte
|  | | A Bielorrússia é o único país da Europa que ainda permite a pena de morte, depois do Kazaquistão, o Quirguistão, o Turquemenistão e o Uzbequistão a terem abolido.
Assim, segundo o relatório anual da Amnistia Internacional (AI) sobre a pena de morte, a Bielorrússia é o único país europeu e da ex-União Soviética a praticar a pena de morte. A Amnistia Internacinal estima que, pelo menos quatro pessoas foram executadas e outra foi condenada à morte em 2008, não podendo lançar os dados com certeza, uma vez que a informação sobre a pena de morte no país é confidencial.
A AI lançou uma campanha para pressionar o presidente bielorusso, Alexander Lukashenko, a abolir a pena capital. De acordo com a AI, os prisioneiros no corredor da morte só são informados da execução momentos antes da sentença ser aplicada. Os presos são executados com um tiro na nuca e o corpo não é entregue à família, que só mais tarde tem conhecimento da morte. O local do enterro é mantido em segredo.
Segundo a AI, o sistema judicial bielorruso viola as leis e padrões internacionais relacionados com a pena de morte, sendo alegadamente usada a tortura para extrair confissões.
No total, estima-se que desde a independência da Bielorússia (em 1991), 400 pessoas tenham sido condenadas à morte.
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